Pegamos a linha um do metrô na estação Cardeal Arcoverde, a duas quadras de nosso apartamento, e seguimos sob a terra até o Largo do Machado. De lá, uma linha de ônibus integrada nos levou até a frente da Estação Cosme Velho, de onde partem os trens para o alto do Corcovado. A linha férrea foi inaugurada pelo D Pedro II em 1884 e tem cerca de 3 quilômetros de distância até o cume do morro.
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| Desembarque no Cosme Velho |
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| Oficina de trens |
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| Joyce: - Ai mô, bate uma foto nossa aqui! |
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| Bate uma minha na janela, vai. |
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| São cerca de 20 minutos até o cume |
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| Durante a viagem até o Cristo, uma amostra |
Chegamos ao alto do Corcovado na segunda viagem do dia do trem. Umas 150 pessoas já estavam lá no alto. O calor ainda não chegava a atrapalhar, mas o céu azul e sem nuvens já avisavam que o dia seria daqueles. Rio 40 graus.
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| Uno chico de Buenos Aires nos fez uno favorzito |
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| Joyce, o flash e a Guanabara |
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| E há como não gostar daqui? |
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| Maracanã visto do alto do Corcovado. Fechado para reformas. |
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| Panorâmica: Botafogo, Copa e Ipanema |
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| Vento nos cabelos e eu com os olhos fechados |
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| Postcard from Rio |
Como já era quase meio-dia, decidimos caminhar até o Shopping Gávea para almoçar. Depois, conhecemos o Jardim Botânico.
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| Palmeiras da época do Império |
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| Espécies trazidas de toda a parte do mundo foram plantadas aqui na época do Império |
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| Pausa para o descanso. Sol a pino, 36 graus. |
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| Lagoa Rodrigo de Freitas, vista de um ponto próximo da sede C.R. Flamengo |




















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