sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Rio 40 graus
Depois de um dia de temperatura suportável (nosso primeiro aqui, na quarta), enfrentamos o tal calorão carioca na quinta-feira. Nas ruas por onde andamos os registros nos termômetros variavam muito, entre 31 e 36 graus. Até por conta disso chegamos a diminuir nosso ritmo de caminhada, caçamos as sombras. Pra nossa surpresa, o jornal matinal da Globo dessa sexta informou que a quinta tinha sido o dia mais quente até agora na cidade: 39,5 graus. Deu pra sentir o drama.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Rio Dia Dois - 27 de janeiro 2011 - Quinta-feira
Segundo dia no Rio. No plano de viagem, a ideia era aproveitar a quinta-feira para subir ao Corcovado, morro que abriga o monumento mais pop do país: cristo redentor. Saímos cedo, dentro do possível (pernas ainda estavam doídas da caminhada anterior, o que retardou nossos afazeres básicos antes de sair de casa). A ansiedade em chegar cedo no Cristo nem era pela atração em si, mas porque sabíamos que é quase como na Torre Eiffel. Pra bater foto sem que nenhum penetra apareça no fundo tem de ser nas primeiras horas do dia.
Pegamos a linha um do metrô na estação Cardeal Arcoverde, a duas quadras de nosso apartamento, e seguimos sob a terra até o Largo do Machado. De lá, uma linha de ônibus integrada nos levou até a frente da Estação Cosme Velho, de onde partem os trens para o alto do Corcovado. A linha férrea foi inaugurada pelo D Pedro II em 1884 e tem cerca de 3 quilômetros de distância até o cume do morro.
Chegamos ao alto do Corcovado na segunda viagem do dia do trem. Umas 150 pessoas já estavam lá no alto. O calor ainda não chegava a atrapalhar, mas o céu azul e sem nuvens já avisavam que o dia seria daqueles. Rio 40 graus.
Nossa intenção era completar o dia subindo o Pão de Açucar, mas mudamos a programação depois de presumir que a muvuca estaria impossível lá à tarde. Resolvemos seguir até o Jardim Botânico. Fomos de ônibus, mermão. "Naisci" no Riiiiiiu. Nem levamos em conta que o Horto fica pertinho da Rocinha.
Como já era quase meio-dia, decidimos caminhar até o Shopping Gávea para almoçar. Depois, conhecemos o Jardim Botânico.
Como estamos longe da forma física ideal, sentimos as caminhadas. O calor também incomoda. Saímos do jardim e seguimos a pé costeando a Lagoa Rodrigo de Freitas. Decidimos dar uma folga para nossos corpos e voltar mais cedo pro apartamento hoje. Como bons cariocas, pegamos um ônibus dali para Copacabana.
Pegamos a linha um do metrô na estação Cardeal Arcoverde, a duas quadras de nosso apartamento, e seguimos sob a terra até o Largo do Machado. De lá, uma linha de ônibus integrada nos levou até a frente da Estação Cosme Velho, de onde partem os trens para o alto do Corcovado. A linha férrea foi inaugurada pelo D Pedro II em 1884 e tem cerca de 3 quilômetros de distância até o cume do morro.
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| Desembarque no Cosme Velho |
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| Oficina de trens |
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| Joyce: - Ai mô, bate uma foto nossa aqui! |
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| Bate uma minha na janela, vai. |
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| São cerca de 20 minutos até o cume |
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| Durante a viagem até o Cristo, uma amostra |
Chegamos ao alto do Corcovado na segunda viagem do dia do trem. Umas 150 pessoas já estavam lá no alto. O calor ainda não chegava a atrapalhar, mas o céu azul e sem nuvens já avisavam que o dia seria daqueles. Rio 40 graus.
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| Uno chico de Buenos Aires nos fez uno favorzito |
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| Joyce, o flash e a Guanabara |
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| E há como não gostar daqui? |
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| Maracanã visto do alto do Corcovado. Fechado para reformas. |
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| Panorâmica: Botafogo, Copa e Ipanema |
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| Vento nos cabelos e eu com os olhos fechados |
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| Postcard from Rio |
Como já era quase meio-dia, decidimos caminhar até o Shopping Gávea para almoçar. Depois, conhecemos o Jardim Botânico.
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| Palmeiras da época do Império |
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| Espécies trazidas de toda a parte do mundo foram plantadas aqui na época do Império |
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| Pausa para o descanso. Sol a pino, 36 graus. |
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| Lagoa Rodrigo de Freitas, vista de um ponto próximo da sede C.R. Flamengo |
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Playboy
"É muito fácil falar de coisas tão belas, de frente pro mar mas de costas pra favela..." já dizia D2.
Red Label litrão
Dia um - 26/01/2011
Meio que no mesmo embalo com que decidimos viajar ao Rio de Janeiro chegamos à cidade. Compramos as passagens no domingo à noite pra viajar na quarta. Tudo acertado em poucas horas. Junta-se isso à tensão de chegar a cidade dominada pelos traficantes, onde turistas são o "alvo predileto" dos malandros cariocas, dá pra se ter uma ideia do que estávamos sentindo quando o trem de pouso tocou a pista do Galeão.
Ok. Chegamos. Querendo encontrar logo o frescão (como é chamado o ônibus executivo com ar condicionado) que nos levaria à Zona Sul do Rio, saímos quase que correndo do Desembarque, sem sequer pegar um guia da cidade.
Logo encontramos o ônibus, linha 2018. Ok. Um rapaz moreno, vestido como motorista, entrou e saiu varias vezes do coletivo. Inquieto. No guichê de atendimento da empresa de ônibus confirmamos que aquele veículo iria para Copacabana, local de nossa hospedagem. Mas tinha alguma coisa errada com o motorista. Descobrimos depois que ele nunca tinha feito aquele itinerário. Só foi informado por quais ruas tinha que passar naquela hora.
Ansiosos para ver o mar e chegar logo em nosso apartamento alugado, decidimos arriscar e ir com o motorista novato. Ele me garantiu que conhecia a tal Praça Lido, onde eu queria descer. E sabia mesmo onde era.
No caminho, passamos pelo complexo do Alemão recém pacificado, o porto, a parte central onde surgiu o Rio de Janeiro (e que conta um pouco da história desse Brasil), Flamengo, Botafogo, Leme e....Copacabana. A praia nos recebeu praticamente lotada, águas turvas, e muitos corpos bronzeados à mostra. Aqui não tem essa de ser gordinha não. Qualquer uma usa microbiquini. Fica tudo sobrando pra fora.
Deixamos as coisas no apartamento e descemos para caminhar por Copa. Fomos indo, indo, e no fim percorremos todo o trecho até o Forte de Copacabana (onde houve a revolta dos 18 do Forte).
Lá, visitamos o museu do Exército (fraquinho que dói, mas valeu).
Na volta, pés e pernas latejando, duros. No caminho para casa, fizemos compras no supermercado Pão de Açucar (uma filial fica a poucas quadras do apartamento). Deu até pra ver o primeiro lance de pilantragem no Rio. Uma mulher saiu do super levando uma bolsa que tinha furtado. Ela logo saiu e embarcou num ônibus. Quando estava quase se safando, o segurança do supermercado conseguiu recuperar a mercadoria furtada. A mulher simplesmente entregou-a e seguiu viagem no ônibus.
Descarregamos as compras, em seguida, e depois descemos novamente para fazer um lanche. Nesse meio tempo, mais fotos.
Ok. Chegamos. Querendo encontrar logo o frescão (como é chamado o ônibus executivo com ar condicionado) que nos levaria à Zona Sul do Rio, saímos quase que correndo do Desembarque, sem sequer pegar um guia da cidade.
Logo encontramos o ônibus, linha 2018. Ok. Um rapaz moreno, vestido como motorista, entrou e saiu varias vezes do coletivo. Inquieto. No guichê de atendimento da empresa de ônibus confirmamos que aquele veículo iria para Copacabana, local de nossa hospedagem. Mas tinha alguma coisa errada com o motorista. Descobrimos depois que ele nunca tinha feito aquele itinerário. Só foi informado por quais ruas tinha que passar naquela hora.
Ansiosos para ver o mar e chegar logo em nosso apartamento alugado, decidimos arriscar e ir com o motorista novato. Ele me garantiu que conhecia a tal Praça Lido, onde eu queria descer. E sabia mesmo onde era.
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| Igreja da Penha (no complexo do Alemao) vista da Linha Vermelha |
No caminho, passamos pelo complexo do Alemão recém pacificado, o porto, a parte central onde surgiu o Rio de Janeiro (e que conta um pouco da história desse Brasil), Flamengo, Botafogo, Leme e....Copacabana. A praia nos recebeu praticamente lotada, águas turvas, e muitos corpos bronzeados à mostra. Aqui não tem essa de ser gordinha não. Qualquer uma usa microbiquini. Fica tudo sobrando pra fora.
Deixamos as coisas no apartamento e descemos para caminhar por Copa. Fomos indo, indo, e no fim percorremos todo o trecho até o Forte de Copacabana (onde houve a revolta dos 18 do Forte).
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| Em plena quarta-feira, milhares de malandros na praia. Eram 17h30min |
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| Num dos quiosques da orla |
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| Joyce e a estátua de Drummond. Bons amigos de papo. |
Lá, visitamos o museu do Exército (fraquinho que dói, mas valeu).
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| Portal de entrada do Forte |
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| Vista da lateral do Forte para Copa |
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| Garota de Copacabana |
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| Não pode fotografar, mas... |
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| Fim de tarde em Copa |
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| Praia do Diabo - No costão de lá, o Arpoador |
Descarregamos as compras, em seguida, e depois descemos novamente para fazer um lanche. Nesse meio tempo, mais fotos.![]() |
| Copacabana Palace fica a uma quadra de nós |
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Férias 2011
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| Armação, 4 de janeiro |
Neste ano, mudança de planos. A troca de empresa no Grupo RBS (do Diário Catarinense para a RBS TV) acabou por me forçar a adiar o período já tradicional de férias em novembro. Por sorte, a Joyce conseguiu reprogramar as férias dela e estamos nós, de folga juntos novamente. Hoje chegamos ao sexto dia longe do trabalho. Desde o começo das férias, nossos dias tiveram praia, praia e praia.
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| Guarda do Embaú - 05 de janeiro |
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| Pedra do Urubu - Guarda |
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| Paulistada reunida |
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| Paulo Zulu tremeu |
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